Vantagens de morar na região do alto da boa vista

18 de novembro de 2019

Na hora da busca de um imóvel, o primeiro passo é escolher a região que se quer morar e o tipo de moradia. E a cidade de São Paulo oferece uma infinidade de opções, porém alguns quesitos devem ser preenchidos na hora da escolha como se o local oferece segurança, infraestrutura, fácil acesso as demais regiões e boa qualidade de vida.

Um dos bairros que vem se transformando e atualmente é considerado um dos mais importantes eixos do município é o bairro de Santo Amaro que fica localizado na Zona Sul de São Paulo que segundo pesquisa do Datafolha 32% dos moradores paulistanos escolheram a Zona Sul como melhor local para residir na cidade.

Santo Amaro oferece toda a infraestrutura necessária para quem procura um apartamento para morar, aliás, entre morar em casa ou apartamento, a segunda opção é disparada como preferência na hora da compra. A sensação de segurança é maior para as pessoas que optam por morar em edifícios, pois como nos empreendimentos existem câmeras de segurança e as entradas são realizadas somente com autorização, os moradores se sentem mais seguros. A segurança é sempre um aspecto que deve ser levado em conta e morar em apartamento é muito vantajoso.

E falando em empreendimentos na região de Santo Amaro a construtora e incorporadora MAC acaba de lançar um projeto único o RAIZ SÃO PAULO PARQUE RESORT com apartamentos de 2 e 4 dormitórios com áreas privativas que variam de 66 m² a 108m², com suíte, varanda e de duas a três vagas de garagem.

Além do privilégio de ter um parque dentro do condomínio com mais de 600 árvores, o futuro morador terá disponível também mais de 60 itens de convivência e lazer. E ainda um complexo aquático com 1.800 metros, pista de caminhada que irá circular a área do bosque e o exclusivo Club &Play – atividades para todas as idades. Para saber mais sobre esta oportunidade exclusiva da MAC, a construtora montou seu plantão de vendas que fica aberto das 9h até às 20h.8

Florestas de bolso são a nova varanda Gourmet

9 de julho de 2019

Construtoras investem em bosques e varandas arborizadas para atender anseio do comprador por mais bem-estar
Valéria França
Morar em uma área cheia de serviços sem abrir mão do contato com o verde é um desejo dos paulistanos que têm ditado o projeto arquitetônico de novos empreendimentos na cidade. Há uma leva de lançamentos que deixam até 3o% do tenro° para árvores e jardins.
A vegetação ocupa desde terraço até corredores de acesso ou empena cega do edifício, em forma de jardins verticais. Condomínios com maior área de terreno oferecem até grandes bosques e áreas de preservação, batizadas de “pocket forest” (floresta de bolso, em inglês).
“Estamos pensando sempre na área verde”, diz Andrea Possi, diretora de incorporação da MAC. Especializada em condomínios de alto padrão, a construtora lançará em agosto o Raiz São Paulo Parque Resort, no Alto da Boa Vista.
O projeto levou três anos para sair do papel em meio a discussões internas. De um lado, havia quem defendesse manter os 18 mil metros quadrados de área verde, um terço da metragem do terreno. Do outro, quem queria derrubar as 220 árvores de espécies como pau-brasil, figueira e pitangueira, para ampliar a área construída.
“A MAC decidiu preservá-las, afinal são árvores sexagenárias”, conta Possi.
Outra construtora, a Gamara, lançou no ano passado o Parque, no Brooklin. O projeto com seis torres de apartamentos entre 79 e 410 metros quadrados ocupa uma área de 38.25o metros quadrados que já foi parte da Chácara Farias nos anos 1940.
O terreno inclui um bosque de 12 mil metros quadrados, que será preservado e aberto ao público. A ideia é resgatar no local espécies nativas da mata atlântica”, afirma Vinicius Deleo Amato, diretor de incorporações da Gamam. As árvores ajudarão ainda a compensar a umidade excessiva do terreno, que fica na várzea do rio Pinheiros, e facilitarão a manutenção do espaço. Já as varandas dos apartamentos receberão um jardim suspenso, com palmito-juçara e frutíferas, diz Amato.

A inspiração para o Parque veio do projeto italiano Bosco Verticale (floresta vertical), lançado em 2004 em Milão. Tido como referência em reflorestamento urbano, ele é composto por duas torres, de 76 e 11 metros, que abrigam 8oo árvores e 11 mil plantas menores espalhadas ao longo de suas fachadas.
Para desenvolver o empreendimento no Brooklin, foram necessários cinco anos e a ajuda de agrônomos para calcular, por exemplo, o impacto de colocar um jardim com árvores nas varandas e o tipo de impermeabilização necessário.
A companhia passou a adotar as varandas verdes também em outros lançamentos, como o Seed Vila Olímpia, entregue em fevereiro. Além de árvores e arbustos, o espaço possui vegetação pendente. Aos poucos, ela cresce e esconde a divisão entre os andares, dando a impressão de uma parede totalmente verde. Incluir o jardim privado para seus moradores encareceu a obra em R$ 300 por metro quadrado, diz Amato.
Mas os benefícios vão além da estética, defende o executivo. “É uma questão também de saúde. As plantas das sacadas funcionam como produtores de oxigénio e filtram a poluição da rua.”
As vantagens, principalmente para a construtora, incluem também a valorização da região.
“Em São Paulo, o fato de um imóvel estar perto de um parque influencia diretamente no preço do metro quadrado”, afirma Sergio Catelani, economista-chefe do portal imobiliário Grupo Zap. “A cada 100 metros que o imóvel se afasta da área verde, o valor cai entre 2% e 3%”, calcula.

Parque Resort – Tudo em um só lugar

9 de julho de 2019

Que tal desfrutar de vários serviços e itens de lazer que praticamente dispensa a sua necessidade de sair de casa? Imagine chegar em seu apartamento e além de ter uma super academia equipada com os melhores equipamentos, ainda ter disponível um instrutor especializado.

Os Condomínios Clubes que surgiram cerca de dez anos atrás, ao longo dos anos deixaram de serem lançados devido as mudanças no Novo Plano Diretor, então encontrar um novo empreendimento com essas características é considerado uma jóia rara do setor imobiliário e os moradores ficam ávidos a espera de algum lançamento para logo adquirirem um apartamento.

Porém como tudo evolui, o conceito deste tipo de empreendimento também mudou. Veja algumas dicas e vantagens deste tipo de empreendimento, e o que ele deve ter para que possa ser considerado como Condomínio Clube:

SOCIALIZAÇÃO COM LAZER – piscina, quadras, salão gourmet entre outros benefícios fazem brilhar os olhos dos adultos, mas são as crianças que ficam encantadas com as inúmeras atividades nos condomínios-clube. Para elas o viver em um lugar assim é um sonho, pois além de todos os aparelhos para brincar, elas encontram recreadores treinados que estarão no local ao longo do ano, inclusive no período de férias, o que acaba facilitando também a vida dos pais durante esta época.

SEGURANÇA GARANTIDA – em geral, os condomínios possuem sistema de segurança mais avançados do que os prédios mais antigos. Isso realmente traz uma maior sensação de segurança e, consequentemente, de bem-estar.

VALORIZAÇÃO DO IMÓVEL – com um conjunto de benefícios de lazer, localidade e a sensação de “ter tudo em casa”, este tipo de imóvel tem despertado o interesse por parte das pessoas que querem comodidade. Com uma maior demanda, a consequência é a valorização do imóvel.

MENOS ESTRESSE – a qualidade de vida é outro ponto fundamental na hora da escolha. A conveniência em ter toda a infraestrutura de um clube dentro de casa – evitando o trânsito das grandes cidades – traz mais tempo e tranquilidade para os moradores deste tipo de empreendimento.

Pensando nisso, a MAC inova mais uma vez e apresenta o lazer exclusivo Club & Play, um espaço idealizado para que a família usufrua de um lazer completo. O morador adquire o empreendimento com o projeto de gestão esportiva já inclusa. Atividades que irão agradar desde as crianças até as pessoas de mais idade, tudo isso incluso no valor do condomínio – isto é a evolução do morar.

E para quem se animou a MAC apresentará em junho de 2019 um empreendimento que é o primeiro Parque Resort de SP. Com toda a infraestrutura necessária para quem quer ter lazer e comodidade com integração da natureza, tudo isso dentro da cidade.

 

“A Gestão Esportiva e Recreação será implantada pelo Condomínio 06 (seis) meses após a instalação das Fases 1 e 2, compostas pelas Torres 4, 5, 6, 10, 11, e 12 e respectiva parte da área comum, de conformidade com o Memorial de Incorporação do Empreendimento Raiz São Paulo Parque Resort. As atividades da Gestão Esportiva e Recreação serão sugeridas pelo Condomínio de acordo com as áreas disponíveis e sua demanda, sujeitas a alterações.”

5 motivos para morar na Santa Cecília

8 de agosto de 2018

Sabe aquela sensação gostosa de cidade do interior, onde tudo é pequeno e que você pode chamar pelo nome o moço do pet shop ou a cabeleireira da esquina? Isto tudo é possível estando bem ao lado do centro de São Paulo, no bairro de Santa Cecília.

As ruas pequenas (em sua maioria) e planas possibilitam andar bem a pé ou de bicicleta. Outro ponto alto é a variedade gastronômica, tem comida baiana, japonesa, brasileira e hambúrguer, além, de muitas atrações noturnas em vários bares e distribuídos pelas alamedas do bairro.

Por isso, aqui vão algumas dicas para que você possa conhecer melhor este pedacinho da cidade:

1- O bairro está muito próximo ao centro da cidade. Por isso, torna-se mais simples chegar a qualquer outra região de São Paulo. Além disso, o bairro conta com duas estações de metrô, Marechal Deodoro e Santa Cecília.

2- Pode observar ares vanguardistas deste bairro boêmio por natureza. É possível encontrar, na banca Tatuí, livros de escritores e artistas independentes, com pequena tiragem. Os jornais ficam disponíveis para a leitura.  O espaço também virou ponto de referência para alguns eventos na rua.

3- Vontade de comer um acarajé? Há restaurantes e bares com comida baiana – a Rota do Acarajé, Sotero e Tabuleiro do Acarajé. O interessante é que o Tabuleiro funciona em uma janelinha da Rua Doutor Cesário Mota com a Rua da Consolação – de segunda a quinta-feira, entre o fim da tarde e o início da noite para servir apenas acarajé.

4- Os estabelecimentos da empresária, Lilian Gonçalves, são marcas registradas da noite do bairro. Ela chegou ali no fim da década de 60. Tem até um bar temático de karaokê. Diversão garantida e que agrada todos os gostos.

5- O Minhocão também faz parte do cenário de Santa Cecília. Nos dias de semana, à noite, vê-se uma galera jovem andando de bike ou de patins e mesmo a pé por ali. Aos domingos, a turma é variada, de fãs de piquenique a comerciantes.

Agora que você já sabe como é morar na Santa Cecília, conheça o Cosmopolitan Santa Cecília. Localizado no coração do bairro e que possui toda infraestrutura, mobilidade e praticidade. Local ideal para quem deseja viver em um lugar totalmente conectado e adaptado ao que há de melhor pelo mundo.

Descobrindo o Bairro de São Judas

20 de junho de 2018

 

 

 

 

 

Um dos mais tradicionais bairros de São Paulo – e a primeira região a receber o metrô na cidade – São Judas é um ponto com diversidade de serviços, hospitais, escolas, acesso ao aeroporto e ainda uma importante ligação para o litoral paulistano, tudo isto traz mais conforto e agilidade para quem mora no bairro.

Diversidade Cultural – sem perder os costumes e sossego de um bairro familiar, a região abriga diversos sotaques e culturas, principalmente a japonesa. O local possui uma concentração muito alta de descendentes de imigrantes que vieram para o Brasil no início do século passado.

Lazer para todos – as opções são variadas, desde os cinemas de shoppings da região até os parques e praças. Espaços para a diversão das crianças e uma grande biblioteca municipal fazem parte do cardápio. Ainda há fácil acesso ao Ibirapuera, Jardim Botânico e ao Zoológico.

Infraestrutura Eficiente – metrô, bancos, restaurantes e comércio variado. Quem mora em São Judas é cercado de comodidades e facilidades. Na região existem diversos colégios e universidades renomados com acesso facilitado.

Forte comércio de rua – tudo o que o morador precisa comprar encontra nas tradicionais ruas de comércio do bairro. Desde sua avenida principal, a Avenida Jabaquara, uma das mais importantes em infraestrutura de comércio da região, encontra-se muitos estabelecimentos e serviços que oferecem desde roupas a medicamentos.

Mobilidade – este é um dos requisitos básicos na escolha de moradia na capital paulista para quem quer ter uma vida melhor. E, o bairro de São Judas preenche muito bem esta condição. Sua localização fica próximo ao Terminal Jabaquara, a área é bem abastecida de linhas de ônibus para vários pontos da cidade, grande são Paulo e litoral, metrô, ciclo faixa e até aeroporto.

Um encanto de bairro para se viver, com total mobilidade e comodidade e cercado de área verde.

 

Moema – Um Lugar Moderno com Ar Acolhedor

30 de janeiro de 2018

Você sabia que quando começou a ocupação de Portugal no Brasil, os índios já tinham várias rotas por todo o país? E o bairro de Moema, como é conhecido hoje, pertenceu a este caminho, que mais tarde se configurou em uma antiga estrada de terra batida por onde circulava artigos de necessidades básicas.

Atualmente Moema é um dos bairros que tem a melhor qualidade de vida, prova disso é ser um dos locais com menor taxa de crimes e maior taxa de escolaridade na cidade. A região é muito valorizada, repleta de comércios e áreas de lazer, como o próprio o Parque do Ibirapuera e o Shopping que marcam o desenvolvimento do bairro. E não é só isso, o distrito que fica ao lado do aeroporto de Congonhas, oferece a sua população, bares, restaurantes, lojas, escolas, farmácias e centros de estética. Tudo pode ser acessado caminhando ou pedalando nas ciclofaixas que cortam o bairro.

Curiosidades sobre o bairro:

– As ruas de Moema estão divididas em nomes de pássaros e de povos indígenas. Os nomes foram dados por um dos fundadores do bairro, que após vender terras em Mongaguá, obtidas de índios da região, resolveu homenagear os povos indígenas e na outra parte optou por pássaros, pelo fato de que originalmente a vegetação dessa área era parte da Mata Atlântica;

– O bairro está situado numa área em que reúne cinco dos principais museus da cidade: a Oca, o Museu de Arte Moderna, o Pavilhão da Bienal, Museu Afro, o Museu de Arte moderna e o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo;

– Quando foi fundado, o aeroporto de Congonhas não passava de uma pista de terra batida. Porém, com a construção dos salões e mirante, em  1948, o local virou um dos points mais disputados da capital nos fins de semana para assistir ao pouso e à decolagem das aeronaves;

– Por causa do desvio do navio Windhuk para o Porto de Santos, durante o início da II Guerra Mundial, o passageiro alemão Otto Rückert, resolveu ficar e abrir um estabelecimento comercial, que ganhou o mesmo nome do navio, e até hoje serve chope alemão na Alameda dos Arapanés;

– Moema foi o primeiro bairro a receber uma ciclofaixa. As avenidas Iraí, Aratãs, Pavão e Rouxinol são rotas para ciclistas e moradores da região;

– Há dois clubes tradicionais no bairro, o Esporte Clube Sírio (1917) reconhecido por sua excelência nos esportes, e o Clube Atlético Monte Líbano (1934), com um passado glorioso devido ao seu time de basquete;

– Além de todas as qualidades que a região reúne Moema vai ganhar mais um importante atrativo de mobilidade urbana, a Estação Moema do metrô. Prevista para inaugurar em 2018, ela fará parte da linha 5-lilás e possuirá integração com o corredor de ônibus Ver. José Diniz-Ibirapuera-Centro.

Levando em consideração as vantagens deste bairro tradicional, a MAC apresenta o exclusivo empreendimento IS Moema. Apartamentos compactos de luxo em excelente localização, a poucos minutos da nova Estação Eucaliptos do Metrô, área de lazer com equipamentos de alta qualidade e um espaço de convivência integrado. Clique aqui e conheça essa novidade.

Ipiranga: tradição e conveniência em um só lugar

8 de maio de 2017

Mais do que o “bairro do Grito” que declarou a Independência do Brasil, o Ipiranga é hoje um reduto de tradição e bairrismo paulistano à moda antiga, com direito a moradores que não saem de lá por nada no mundo, bem como o palco de uma renovação arquitetônica e urbanística que está trazendo uma série de lançamentos para diferentes perfis, dos solteiros ocupados às famílias. Os atrativos do bairro são tantos que fica difícil listar.

 

Para além do apelo histórico e do charmosíssimo Museu Paulista da USP – o Museu do Ipiranga -, o bairro ainda abriga o Parque da Independência, inspirado nos Jardins do Palácio de Versailles, da França, e cenário perfeito para praticar esportes, fazer um piquenique, e relaxar. O local já recebeu até festivais com shows musicais internacionais gratuitos. Quer mais do que isso?

 

Pois tem muito mais! A Rua Silva Bueno e seus arredores formam um importante cinturão comercial com tudo o que você precisa para o seu dia a dia. O bairro centraliza supermercados, academias, escolas, faculdades e  três estações de metrô, além de uma estação da CPTM e vias de acesso de automóveis para toda a cidade, inclusive à região central.

 

A lista de coisas boas não para por aí. Lanchonetes como a antiga e premiada Hamburgueria do Seu Oswaldo convivem lado a lado com a estabelecimentos mais novos, como a Nico Hamburgueria, além de outros restaurantes. Para a turma “cult”, vale conferir a Biblioteca Roberto Santos, totalmente voltada para o cinema. Já as crianças podem se divertir no Aquário de São Paulo, com cerca de 300 espécies de animais. A família toda, do bebê ao vovô, encontram atividades de lazer e cultura a preços populares no SESC Ipiranga, um dos mais queridos da capital.

 

É pouco ou quer mais? Aproveite para conferir os empreendimentos MAC no Ipiranga. Clique aqui e fale com um consultor.

Cinco curiosidades sobre o Grito do Ipiranga

22 de julho de 2016

Ouviram do Ipiranga às margens plácidas! O Bairro do Grito tem história de sobra, mas muitas delas sequer são verdadeiras — ou pelo menos não são do jeito que a gente sempre ouviu. A partir do livro “1822”, de Laurentino Gomes (Editora Nova Fronteira), separamos alguns mitos e desmitificações sobre a proclamação da Independência do Brasil por Dom Pedro I à beira do riacho que dá nome a um dos bairros mais queridos de São Paulo.

Quer saber que histórias são essas? Veja só…

 

Foi tudo igualzinho ao quadro famoso?
A pintura de Pedro Américo só foi concluída em Florença, na Itália, 4 anos depois da Independência. E na verdade, Dom Pedro I montava um burro mais resistente e bem menos glamouroso que esse cavalo lindo da imagem, estava vestido como um tropeiro e não em uniforme militar e sequer estava cercado pela cavalaria dos Dragões da Independência, que obviamente ainda nem existia.

 

Por que o Ipiranga?
O coronel Marcondes, futuro Barão de Pindamonhangaba, registrou em suas memórias que D. Pedro estava com dor de barriga devido a algum alimento estragado que havia comido no litoral paulista, já que chegou ao Ipiranga após subir a Serra do Mar. O príncipe regente parou perto do riacho por motivos menos nobres, mas acabou dando o famoso grito ali mesmo.

 

Mas e o quadro afinal?
Pra piorar, existe a  suspeita de que o quadro de Pedro Américo seja um plágio de “Napoleão em Friedland”, do pintor francês Jean Louis Messonier e exposta atualmente no Metropolitan Museum de Nova York. As pinturas são quase iguais, mas a brasileira é mais nova. Pois é.

 

Tocou o Hino da Independência depois do Grito?
Claro que não! O hino foi composto por Dom Pedro, só que bem depois, usando o poema “Brava Gente”, de Evaristo da Veiga, como letra. Não houve nenhum clima épico ou grandes celebrações. A música executada naquela noite foi o Hino Constitucional Português, de Marcos Antônio Portugal, amigo e professor do príncipe regente.

 

O grito foi ouvido em Lisboa imediatamente?
Nem adianta fazer as contas pela velocidade do som. Viajar do Brasil a Portugal demorava 2 meses de navio, o que significa que Dom João VI só ficou sabendo do Grito do Ipiranga dois meses depois, quando os mensageiros chegaram lá,. Lá do Tejo, ele reagiu imediatamente e mandou para cá as tropas portuguesas que travaram uma verdadeira guerra no Brasil até 1823. A independência só foi reconhecida por Portugal em 1825, mediante uma indenização de 2 milhões de Libras que Dom Pedro I negociou para evitar mais guerras. Mais de 5 mil pessoas morreram em todos os conflitos da independência, de acordo com Laurentino.

 

E você sabia de todas essas curiosidades sobre o Grito do Ipiranga?

 

Copan um ícone do centro de São Paulo

8 de junho de 2016

Ele surge imponente, inusitado e surpreendente por entre todo o cinza da região da Praça da República, em São Paulo. É gigante e cheio de curvas, ondas no mar de concreto. Um ícone que atrai curiosos, turistas, estudantes e arquitetos do mundo inteiro para observa-lo e estuda-lo. É um dos símbolos de uma cidade que pulsa, à moda das “pólis” da Grécia Antiga, em torno de seu centro. Até a revista The Economist andou falando a respeito dele. Dependendo da janela, dá vista para a cidade inteira. O edifício Copan já teve seus altos e baixos, mas tem uma história e tanto.

Projetado em 1951 pelo arquiteto Oscar Niemayer, que ano mais tarde também projetaria a nova capital nacional, Brasília, o Copan foi encomendado para a comemoração do 4º centenário da cidade, em 1954, mas demorou até 1966 para ser construído. Até hoje ostenta a maior estrutura de concreto armado do Brasil e o posto de maior edifício residencial da América Latina, com seus 1160 apartamentos, entre 1 e 3 dormitórios, em 42 andares e 4 blocos.

Inspirado no Rickefeller Center, de Nova York, mistura residências com área comercial. O andar térreo, com suas 72 lojas, já abrigou até o antigo Cine Copan, posteriormente substituído por uma igreja evangélica hoje interditada. Há restaurante, pizzaria, padaria, café e tantos elevadores que o prédio mais parece uma cidade em si. O que pouca gente sabe, é que a ideia original de Niemayer foi abortada pela quebra do Banco Nacional Imobiliário, que financiava o projeto, que contaria ainda com um teatro, um hotel vizinho, uma laje ligando os dois prédios e sustentando um restaurante, além de piscina, galeria de lojas, jardins suspensos e garagens subterrâneas.

Com a debandada da classe média do centro para os bairros, o Copan conheceu de perto a degradação entre os anos 1970 e o final dos 1990, quando tornou-se praticamente um cortiço vertical a ocupar as páginas policiais dos jornais. A tomada da administração do prédio pelos moradores fez com que as normas de aluguel mudassem, e excluíssem pessoas de “comportamento duvidoso”, atraindo de volta um público de profissionais diversos, interessados na conveniência do Centro, sobretudo os que valorizam a arquitetura que definiu um jeito de morar comum a milhares e milhares de pessoas ao longo das décadas. Hoje, o Copan tem até fila para comprar e alugar.

A volta aos centros

18 de abril de 2016

Metade do século 20. Planos econômicos, de urbanização e de mobilidade estimulam e privilegiam o uso do automóvel em detrimento ao transporte coletivo. Inspirados pela promessa encantada do “american way of life”, jovens casais e novas famílias migram dos centros das grandes cidades americanas para suas bordas e os verdejantes subúrbios que a gente vê nos filmes.

Cidades como Nova York e Chicago assistem à deterioração de seus centros, cada vez mais sujos, violentos e inóspitos.
Processo similar ocorre em São Paulo, onde a malha de trens e bondes é extinta em prol da indústria automobilística e dá lugar ao transporte motorizado. Quem pode, compra carro; quem não pode, anda de ônibus. A cidade cresce desordenada e aceleradamente. A primeira linha de metrô só é inaugurada nos anos 1970. A cidade continua a crescer e as periferias, bem como as cidades da região metropolitana, se entopem de pessoas cada vez mais dependentes de carros. O metrô não acompanha. As distâncias são longas. O trânsito é cada vez mais caótico.

Assim como em Nova York e Chicago, São Paulo vislumbra agora a revitalização de sua zona central. As pessoas querem estar perto de seus trabalhos, mas ao mesmo tempo curtir o que a cidade tem a oferecer em cultura, compras, gastronomia. Políticas públicas como o novo Plano Diretor favorecem o uso do transporte público, das bicicletas, do uso de terrenos centrais para construção e incorporação. Usar o carro para tudo se torna um fardo oneroso.

Cenários antes deteriorados como o Minhocão, o Centro Velho e a Praça Roosevelt vão se transformando em novos centros de convivência, esporte e lazer. O velho Mercadão e a Zona Cerealista atraem gente exigente em busca de comida de qualidade.  A valorização do m2 nos “downtowns” é evidente.

Você já pensou em morar no Centro de São Paulo? A MAC tem algumas opções de apartamentos modernos com diversas opções de lazer, mobilidade e alto potencial de valorização que vai atender bem as suas necessidades. Entre em nosso portfólio e confira:

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